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segunda-feira, 2 de maio de 2016

 Crítica de O caçador e a rainha do gelo: Quem entende não se arrepende.

                                   
A Universal Pictures não desagradou e só não gostou, quem não conhece bem o conto A rainha da neve do Dinamarquês Hans Chistian Andersen.




Para a melhor compreensão do enredo é necessário ter assistido Branca de Neve e o Caçador lançado em 2012, mesmo que a história se passe depois. O Caçador e a rainha do gelo é uma sequela que exige atenção com a questão da linha do tempo.

Não precisa curtir contos de fadas, porque eu particularmente não curtia e aprovei o primeiro filme, como aprovo esse segundo, já que trata-se de versões diferente das que já conhecemos. 

Muitos críticos famosos remeteram o filme à Once Upon a Time e Frozen, de cara se vê que esse pessoal nem sabe do que está falando. Não pesquisaram nada antes de escrever, o fizeram por obrigação, mas vou explicar umas coisinhas à vocês.

De certa forma o filme tem relação com Frozen sim, se repararmos que Elsa e Freya representam a "Rainha da Neve". Mas elas não são as únicas rainhas da Neve representadas no cinema, temos a rainha Branca, Jadis, de Nárnia. Também vemos a rainha da neve na animação Reino Gelado. Vimos também a Ingrid da série Once Upon a Time interpretando a mesma personagem. Poderíamos dizer que o Rei gelado de Hora de Aventura seria uma adaptação masculina, pois todos esses personagens de cima tem algo em comum e não falo do poder relacionado à neve e gelo, mas o sequestro de crianças.

A rainha da neve praticamente sequestra um menino chamado Kai, e talvez você se pergunte, o que Elsa tem a ver com isso? Originalmente Elsa seria a vilã da história e em certa parte do filme sequestraria sua irmã Ana.
Todas essas histórias são ótimas, mas vamos ao que interessa, ao filme.




Vibrei ao saber da continuação, e que também fundiriam à história de Branca de Neve com a Rainha da Neve. O primeiro trailer me deixou muito empolgada e comecei a tentar desvendar o enredo. À princípio pensei que Freya era mãe de Branca e que Ravenna soubesse de tudo, fiz até um post falando da confusão que seria, mas felizmente houveram boas explicações para tudo. O que parecia ser complexo ficou convincente e nisso eles acertaram, mas todo filme tem seu lado ruim, e os diversos vídeos promocionais me enganaram.

Os produtores deixaram claro que não veríamos a Branca de Neve de Kristen Sturart no papel, fato que não abalou ninguém, só os fãs de Crepúsculo. A história focaria desta vez na vida do caçador Eric, e como presente veríamos um pouco mais da Rainha má Ravenna, e é aí que está o problema.

Falaram de um grande confronto entre irmãs, muita maldade, briga pelo poder, mas Ravenna apareceu tão pouco e deixou um gostinho de quero mais. Ela e Freya foram apenas coadjuvantes, Freya mais ainda.




Os efeitos foram lindíssimos e com o clima atual do Rio de Janeiro eu me senti dentro do filme, mesmo não o tendo assistido em 3d. Ótimas também foram as cenas de humor dos anões, o final é impagável. E a ação também foi incrível, as personagens femininas ganharam destaque, superando Chris Hermsworth. O figurino nem se fala, Freya estava deslumbrante e Ravenna mais poderosa que nunca. Me surpreendi com o papel de Sarah, interpretado por Jessica Chastain, ela se saiu bem melhor que o esperado.

Enfim, não foi o tipo de crítica detalhada pois o filme acabou de ser lançado e merece ser assistido. Parece ser o tipo de filme longo, mas garanto que cada minuto vale a pena.

Categoria: Fantasia E Aventura 
Nota: 9.5

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